sexta-feira, 15 de junho de 2007

sem mais opção
trepa
no meu coração
sou mais uma
de menos outras
mais ou menos!
O tudo é um nada
ao avesso
Eu confesso!
acorda
para os nós da vida
e se enforca
mulher
sem objeto
sujeita
amor
quando não chove
in-venta
arrogancia
faz tropeçar
in-segura
Abundancia
de emoção
redunda
o vazio
cheio de nada
afunda
todo ator
que a-dor-mece
ator-doa
toda lagrima
que me a-tormenta
tem-pestade
toda saudade
que me mata
ressucita você
toda dor
que me fode
goza você
todo vazio
que me engole
mastiga voce

quinta-feira, 14 de junho de 2007

A dor a-dor-a
An-dor-inha voa, volta e
bica a amor-a
sorver você
seria sigific-ativo
com-passivo
sentido
sem ti
sem

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Drink me now
Eat me out
surrender
Sem você meus olhos nublam
meu coração troveja
minha alma chove
sem voce
so vazio
silencioso sol
A alma úmida
procura escoamento
entre seus dedos
Denuncias
o infinito fogo que
o frio da minha alma congela
Desejo
A-dor- me-cia
Te procur-ando pelas ruas
Penis duro
Pontes que atravessam
Mar-gens
A vagina mastiga e
engole a madrugada
Por isso tudo amanhece molhado
O penis invadiu a noite
E o dias seguintes
Ficaram com inveja
Janela aberta
Por dentro é minha
Por fora é dela
O sol
sempre sai
sen-ti-dos lados
Seus olhos vedam
ver-e-dão
ver-ti-gem
Tem dias
Que a vida vem vindo
envol-vendo e cegando
Arrepio
Calor e frio
A tração do coração
Corpos expostos
Folhas ao vento
Ten-dão
Beijo molhado
De chuva
Inunda-ação
Trans-borda
A forma que te a-travessa
Não me cabe